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Estado brasileiro na encruzilhada. Já sabemos o que a Globo quer... e você?

Queria poder dizer que criei esta montagem, mas não... recebi de um seguidor no Facebook, como comentário a um artigo anterior. rs ...

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4.1.18

Golpe do 💸“acordo”💸 Petrobras/ “abutres”: Resistência nacionalista pode para-lo!



Golpe do 💸“acordo”💸 Petrobras/ “abutres” de Wall St.: Resistência nacionalista pode para-lo!

1- Nos EUA há os chamados "danos punitivos", indo além da reparação pelos danos efetivamente causados à "vítima". Uma espécie de "lição" para o condenado "aprender". Daí o nome: danos "punitivos".

Evidentemente, gera enriquecimento SEM CAUSA de autor da ação - e de seus advogados!

No caso, bilionário!

Sofre críticas nos próprios EUA e não é aceito nos países da NOSSA tradição jurídica.

2- Direção (golpista) da Petrobras e abutres americanos praticam GOLPE - juntos! - com esse tal "acordo".

Isso porque uma SENTENÇA (do Judiciário americano) com condenação NESSES TERMOS nunca seria homologada e executada no Brasil!


(no caso, pelo STJ)

Isso porque claramente viola a ORDEM PÚBLICA brasileira!

(os tais "danos punitivos")

3- Não curto "carteirada", mas no caso cabe: tenho dois mestrados e PhD em Direito Internacional.

Sei do que falo.

Art. 17 da Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro, combinado c/ art. 105, I, (i), da Constituição.

Repito: eventual condenação NÃO seria homologada no Brasil!

💸"Acordo" é golpe para burlar proibição brasileira aos tais "danos punitivos" e ao enriquecimento sem causa!💸

4- Todos os brasileiros devem entrar com ações populares em série visando a impedir essa lesa ao Estado brasileiro!

PT e parlamentares nacionalistas devem provocar PGR/ AGU/ STF/ TCU, etc. para impedir o tal 💸"acordo"💸!

Minoritários da Petrobras (qualquer acionista! alô, trabalhadores com ações!) deve provocar CVM/ Vara empresarial por abuso de poder de controle pela União/ Diretoria (ocupadas pelo golpe) - Lei das SA!

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E os contadores? E os auditores? E a CVM? E os que ALEGADAMENTE "roubaram" o dinheiro - diretores corruptos/ empreiteiras?









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Operação Lava Jato provoca prejuízo de R$ 9,6 bilhões na Petrobrás

Por “Dom Cesar”
(executivo da indústria de óleo e gás, amigo do Blog, com experiência na análise da conjuntura e projeção de cenários para o mercado)

Conforme noticiado pela da agência Reuters nesta 4ª feira (03/01/2018), a Petrobras aceitou pagar US$ 2,95 bilhões para encerrar uma ação coletiva nos EUA. O processo judicial está em curso na corte da cidade de Nova York, tendo sido instaurado a partir de fatos trazidos por procuradores brasileiros que colaboraram fornecendo informações que serviram para embasar a ação.

Segundo o acordo que foi divulgado, a estatal petroleira terá de pagar US$ 2,95 bilhões (R$ 9,645 bilhões) aos investidores que adquiriram ações da Petrobrás no mercado norte-americano. Também foi informado que o acordo prevê a quitação do montante em 3 parcelas, sendo duas no valor de US$ 983 milhões e uma de US$ 984 milhões.

Segundo nota oficial divulgada pela empresa, o acordo assinado não constituiu reconhecimento de culpa da companhia, apenas uma maneira de encerrar todas as demandas em curso em território norte-americano e que poderiam vir a ser propostas referentes aos fatos revelados pela operação Lava Jato.

O acordo ainda precisa ser ratificado pelo juiz da Corte Federal de Nova York. A disputa entre a Petrobrás e os investidores dos EUA teve início no final de 2014, momento da propositura da ação inicial. Na época os investidores alegaram que foram ludibriados pela direção da Petrobras, que apregoava que a empresa possuía boa governança e asseguraria alta rentabilidade.

Em todo o curso das investigações a empresa afirmou categoricamente que não teve responsabilidade sobre os atos ilícitos praticados por seus executivos, que sempre foi vítima dos fatos revelados pela Lava Jato e que todo e qualquer pagamento de propina a seus executivos e outros agentes políticos teriam sido feitos com a margem das empresas existente nos contratos, contratos que por sua vez estariam regulares e sem qualquer tipo de mácula.

A revelação feita de que a Petrobrás terá de ressarcir R$ 9,645 bilhões para estancar as ações que tramitam contra ela nos EUA mostra o grande imbróglio que foi a operação Lava Jato, que não só afetou os negócios da principal estatal brasileira como trouxe sérios impactos negativos para toda a cadeia de Óleo e Gás brasileira.

Mesmo assim os procuradores envolvidos na operação Lava Jato ainda tentam vender a ideia de que a forma de condução da investigação foi um sucesso, alegando que conseguiram recuperar R$ 1,475 bilhões para os cofres da empresa, um valor que representa apenas 15,3% do total que a Petrobrás terá de ressarcir aos norte-americanos.

Outro dado que passou despercebido mas que é revelador sobre a gestão temerária do atual CEO da Petrobrás é que segundo afirmou o próprio staff jurídico da empresa apenas 0,3% das ações coletivas propostas nos EUA chegam a fase de julgamento. Ou seja, em 99,7% dos casos são feitos acordos extrajudiciais para resolver estas disputas. Se a informação procede, então por que a direção da empresa e seu corpo jurídico aceitou com tanta facilidade um acordo tão ruinoso, ainda mais quando a empresa alegou ter sido vítima?

Para se ter uma noção do montante de prejuízo, estes US$ 2,95 bilhões seriam suficientes para a empresa adquirir 5 plataformas (FPSO) iguais a P-43 construídas pela Halliburton, plataformas estas que poderiam propiciar à companhia o fluxo de receita necessário para enfrentar as contingências negativas trazidas pela operação Lava Jato.  

Outra questão relevante ligada ao ressarcimento dos US$ 2,95 bilhões que a empresa terá de fazer é de que forma ele impactará os balanços e a sociedade como um todo. No final de 2014 a empresa contabilizou R$ 6,194 bilhões (R$ 7,290 bilhões nos dias atuais) relativos a valores desviados no suposto esquema de corrupção revelado pela Lava-Jato.

Este montante arbitrado teve como base de cálculo uma totalidade de contratos da ordem de R$ 199,6 bilhões, onde foi utilizado um percentual fixo de 0,3% como estimativa para o total da corrupção. A baixa contábil provocada pela corrupção ficou concentrada no resultado do terceiro trimestre de 2014, em função da impossibilidade de se determinar os efeitos específicos entre os períodos anteriores.

Voltando à questão do impacto nos balanços e na sociedade, se levarmos em conta que dos R$ 9,645 bilhões de prejuízo a empresa já havia provisionado uma perda em valores atuais de R$ 7,290 bilhões, ainda restariam outros R$ 2,355 bilhões de prejuízos a serem contabilizados ao longo do exercício de 2018. Alguma dúvida de que este prejuízo de R$ 2,355 bilhões será contabilizado após o 4º trimestre de 2018, em período pós-eleitoral, incapaz portanto de produzir efeitos negativos no governo e nas eleições?


Como de praxe, da mesma forma que a empresa repassa para os consumidores as variações das cotações internacionais dos derivados de petróleo o mesmo ocorrerá com este fato contábil, isto é, o restante do prejuízo de R$ 2,355 bilhões oriundo do ruinoso acordo celebrado pela direção da Petrobrás e seu corpo jurídico.



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Quando perguntei, uma deputada suíça se definiu em um jantar como "uma esquerdista que sabe fazer conta". Poucas palavras que dizem bastante coisa. Adotei para mim também.

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