Destaque:

Estado brasileiro na encruzilhada. Já sabemos o que a Globo quer... e você?

Queria poder dizer que criei esta montagem, mas não... recebi de um seguidor no Facebook, como comentário a um artigo anterior. rs ...

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29.10.18

“Print-bomba”: Haddad tinha áudio incriminando Bolsonaro no Caixa 2 do WhatsApp. Cadê?

“Print-bomba”: Haddad tinha áudio incriminando Bolsonaro no Caixa 2 do WhatsApp. Cadê?

  • Conforme prometido na semana passada, caso Fernando Haddad e o seu staff decidissem proceder à traição – final – a Lula, ao Brasil e aos seus pobres, o Duplo Expresso não silenciaria. Como vimos dizendo desde o dia 19 de outubro, tanto a Folha de S. Paulo como a campanha de Fernando Haddad tinham em sua posse o batom na cueca de Bolsonaro. Ou seja, o áudio em que o (suposto) “Presidente-eleito” pede, de viva voz, a empresários que pagassem – com caixa 2 – pela contratação do envio de mensagens em massa pelo WhatsApp.
  • “Print-bomba”: na semana passada, exasperados, indagamos de representante da campanha de Fernando Haddad com quem mantivemos contato sobre por que não publicavam o áudio-bomba. A conversa abaixo, via WhatsApp – Ah, a ironia! –, deu-se no dia 24 de outubro. Ou seja, na quarta-feira passada, ainda a 4 dias da votação.
  • Perguntas:
    -Em troca de quê Haddad enterrou a prova do crime eleitoral de Bolsonaro?
    – Citando Getúlio Vargas em sua Carta-testamento, que “forças e interesses contra o povo coordenaram-se e se desencadeiam” para convencer Fernando Haddad a fazê-lo?– Eram estrangeiras, “F.H.”?
  • Mais perguntas:
    – E a Folha de S. Paulo nisso tudo?
    – E a jornalista que virou, literalmente da noite para o dia, a heroína da liberdade de imprensa no Brasil?
    – Também levaram, Folha e jornalista, um “cala-boca” para enterrar o áudio que anula a “eleição” (sic) de Bolsonaro/ Mourão?
    – “Cala-boca” esse em… “verdinhas”?

DROPS Duplo Expresso 29/out/2018

26.10.18

Os primeiros passos da resistência ao Regime Bolsonaro

Os primeiros passos da resistência ao Regime Bolsonaro

No esforço comum de articular a resistência, desde já, à iminente instauração do Regime Bolsonaro, a socióloga Thais Moya vem editando recortes do programa Duplo Expresso para facilitar a disseminação do conteúdo. Trata-se de pleito antigo dos “expressonautas” que é agora atendido. Isto é, tanto quanto possível. Portanto, pedimos a todos que ajudem a divulgar para “não iniciados” estes vídeos mais curtos, para que possamos avançar no esforço de articulação da resistência a esta nova fase do Golpe. Afinal, mais do que nunca precisaremos dela. E logo.

Duplo Expresso 26/out/2018





DROPS Duplo Expresso 26/out/2018

https://youtu.be/eW5lzQblE0w

Integralidade do programa em: https://duploexpresso.com/?p=100248

Destaques:

– O politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior fala sobre as implicações internacionais do (muito possível) triunfo de Bolsonaro.

– O artista visual e ativista Sama e o antropólogo João de Athayde comentam: “Os novos Meninos do Brasil”

– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

25.10.18

Guerra híbrida: como Bolsonaro enganou Haddad ontem (de novo!)

Guerra híbrida: como Bolsonaro enganou Haddad ontem (de novo!)

Piero Leirner, antropólogo e professor da UFSCar, vem advertindo, há tempos, que a tática de comunicação empregada pelo staff militar que circunda Jair Bolsonaro é, ela também, militar. Mais que isso, advinda dos manuais de guerra de terceira e quarta gerações (assimétrica e híbrida, respectivamente). E que, portanto, não obedece à lógica das campanhas de marketing político tradicionais. Embora a campanha de Fernando Haddad o tenha procurado para se aconselhar, certamente a lição segue não tendo sido aprendida até aqui. Como resultado ontem, mais uma vez, o staff do ex-Prefeito caiu em uma pegadinha preparada pelos – militares – do outro lado.
Eis o resumo das lições a tirar do episódio – se é que ainda há tempo para isso – reunidas por Leirner, seguida de vídeo com o resumo do episódio apresentado por Romulus Maya.

22.10.18

Acabou: Rosa Weber diplomou Bolsonaro ontem, que seguiu para festa na Paulista

Acabou: Rosa Weber diplomou Bolsonaro ontem, que seguiu para festa na Paulista

O último domingo será considerado o ritual de passagem para o Regime Bolsonaro. A coletiva de imprensa das supostas “instituições”, acocoradas, com representantes do TSE, OEA, Polícia Federal, MPF, e Governo Federal – por de Raul Jungmann e do General Ecthegoyen – representou a diplomação de fato do ex-Capitão.

Nela ficou clara a tentativa de imposição de uma realidade paralela chancelada pelo “é o que afirmamos, cale a boca e ponto final”. Linha argumentativa explícita na fala firme do General Ecthegoyen de que “dia 29 teremos um presidente de todos” legítimo e isso é incontestável, “ponto final”.

Em síntese, a “coletiva sobre fake news” do TSE ontem foi, ela sim, a grande fake news! A tônica, geral, das falas foi o reenfoque do tema “fake news”. Ocultou-se o sofisticado e caro esquema empregado, clandestina e ilegalmente, em favor de Bolsonaro. E sua consequência jurídico-políticas óbvia: nulidade da “eleição” (sic).

Na verdade, o tema só surge num segundo momento, somente no questionamento dos jornalistas presentes (!), depois da fala dos representantes das (supostas) “instituições”. O reenfoque visou a consolidar a narrativa de que “fake news” nestas eleições, se há, é apenas o questionamento – legítimo – à segurança do sistema de votação inauditável do Brasil (!)

É na repetição – massificada – de que “a urna eletrônica é segura” que estarão todos os esforços do TSE nesta semana no quesito “fake news”.

E só.

Poucas horas depois de sua diplomação de fato pelo TSE acocorado, Bolsonaro pronunciou-se, do quintal de sua casa e por meio de transmissão ao vivo, projetada em telão para dezenas de milhares de seus adoradores-eleitores que faziam manifestação em sua defesa na Av. Paulista.

Assim como a coletiva de imprensa das “instituições” acocoradas representa a cerimônia de diplomação, de fato, de Bolsonaro, o discurso do mesmo transmitido a todo Brasil, por meio internet, representa, simbolicamente, seu pronunciamento de posse.

– Bem-vindos ao Regime Bolsonaro, sucedâneo do Regime Temer/ Lava Jato no grande esquema do Golpe!

– Viva as instituições, que seguem funcionando normalmente!

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https://duploexpresso.com/?p=100161

Sobre militares no Brasil | A fala do professor Piero Leirner

Sobre militares no Brasil | A fala do professor Piero Leirner

“A fala do professor Piero Leirner é o que de mais interessante e importante encontramos até hoje sobre militares. Deve ser ouvido, visto, transcrito, impresso, lido, discutido, de cabo a rabo, em todo o Brasil, em todas as frentes. Principalmente a parte sobre “o projeto do golpe militar já estar em construção há muito tempo”.

Sobre militares no Brasil | A fala do professor Piero Leirner

Sobre militares no Brasil | A fala do professor Piero Leirner

“A fala do professor Piero Leirner é o que de mais interessante e importante encontramos até hoje sobre militares. Deve ser ouvido, visto, transcrito, impresso, lido, discutido, de cabo a rabo, em todo o Brasil, em todas as frentes. Principalmente a parte sobre “o projeto do golpe militar já estar em construção há muito tempo”.

DROPS Duplo Expresso 22/out/2018

21.10.18

“ZapGate”: Folha – e Haddad – enterram áudio que detona Bolsonaro. Por quê?

“ZapGate”: Folha – e Haddad – enterram áudio que detona Bolsonaro. Por quê?

Folha e Haddad enterraram o áudio-bomba. O batom na cueca de Bolsonaro. Assim, dão tempo para que:
(i) Judiciário, mais especificamente o TSE;
(ii) a grande mídia, em especial Globo e Folha de S. Paulo – mas também a “GloBosfera (dita) progressista”; e
(iii) as duas candidaturas que disputam o segundo turno, Bolsonaro e Haddad, chegassem à formatação final do “grande acordo nacional, com Supremo, com tudo”. Afinal, como já antecipava Jucá “os generais garantem”.
Farsa grotesca!
Bom voto no domingo que vem, caros patos.
Amarelos e vermelhos, fica a gosto do freguês.

20.10.18

Dilema da esquerda em 2018: entre encontrar o seu rumo e a derrota total

Dilema da esquerda em 2018: entre encontrar o seu rumo e a derrota total

A construção da “frente democrática” liderada pela candidatura de Fernando Haddad se mostra como a capitulação do PT diante das pressões para se tornar uma espécie de New Labour dos trópicos e adotar uma agenda “social-liberal”, em essência a mesma adotada desde 2015 por pressão do despotismo corporativo e que conduziu o país a essa situação de medo generalizado.
É preciso que haja a defesa intransigente do projeto nacional-popular, associada à denúncia da candidatura de Jair Bolsonaro como a continuidade do projeto neoliberal (e não “fascista”) de entrega total do país, iniciado na redemocratização e aprofundado com o PSDB no governo FHC.
Ainda que a candidatura de Fernando Haddad não logre ser vitoriosa, se assim proceder, dará o rumo e a direção que hoje faltam à esquerda, atordoada pelo medo semeado pelos grupos interessados em ter direita e esquerda na sua mão, como dois lados da mesma moeda.

18.10.18

Bomba: Dória desmente Globo e revela que médico de Bolsonaro trata câncer

Bomba: Dória desmente Globo e revela que médico de Bolsonaro trata câncer

Já está batido começar post repetindo nosso slogan, “Duplo Expresso – a verdade chega primeiro”, não é verdade?
Mas o que fazer quando, rotineiramente, vemos que antecipamos em semanas, quando não em meses, as cartas de que os atores do jogo político acabam por lançar mão na rodada da vez?
Mais: Luiz Moreira e o pedido de anulação da eleição (fraudada!)

DROPS Duplo Expresso 18/out/2018

16.10.18

Haddad e Joaquim Barbosa: visita da saúde? Ou a volta do Ceifador?, por Luiz Moreira

Haddad e Joaquim Barbosa: visita da saúde? Ou a volta do Ceifador?, por Luiz Moreira

A transformação de Joaquim Barbosa de algoz do PT a responsável pela política jurídica de eventual governo Haddad é verdadeira alquimia, que merece profunda reflexão, pois se sua atuação interditou quadros históricos do PT e possibilitou criminalizar a política, parece inquestionável que trouxe benefícios vários a outras figuras.
Ainda voltarei a essa questão, mas após o segundo turno.

DROPS Duplo Expresso 16/out/2018

11.10.18

A marca “Haddad” e a busca pelo sucesso: “não é Bolsonaro” ou “é Lula (e além!)”?

A marca “Haddad” e a busca pelo sucesso: “não é Bolsonaro” ou “é Lula (e além!)”?

A campanha de Haddad parece seguir script escrito para ela pelos marqueteiros de… Bolsonaro (!)
A nova aposta, em “Haddad não é Bolsonaro”, significa desistir de mostrar “quem é o melhor”, para focar no “quem é o pior”.
A posição que trouxe Haddad até aqui é: “Haddad é Lula”, “o Brasil feliz de novo”. O fato de essa posição não ter levado ainda a uma posição majoritária não significa nem que ela venha a ser necessariamente bem-sucedida nem que não será. A grande questão é que essa posição não pode ser alterada sem grandes custos e grandes perdas no curto prazo. Se cuspir no prato que está comendo, ou seja, se mudar muito de posição, os eleitores que lhe rejeitam continuarão rejeitando, os indecisos tendem a ter mais dúvidas e seus eleitores podem diminuir a motivação em fazer campanha.
Perder com honra pode muitas vezes ser melhor do que ganhar com desonra. Mas certamente é melhor do que o pior dos mundos: perder com desonra.

DROPS Duplo Expresso 11/out/2018

8.10.18

Segundo turno: traidor tem redenção? Pode des-trair? Ou só dis-trair?

Segundo turno: traidor tem redenção? Pode des-trair? Ou só dis-trair?

Antecedente – o trágico 7 de abril em que, contando com indispensável traição, o Golpe nos tirou Lula: “TODO TRAIDOR UM DIA SERÁ TRAÍDO” – TABACO. Ou melhor, do ator Osmar Prado para Lula, em bate-bola nada espontâneo.
Traidor tem redenção? Pode des-trair? Ou só dis-trair? – o resumo do massacre “eleitoral” (sic). E de nossas perspectivas no segundo turno.
Mais: o papel do whatsapp nesta nossa guerra híbrida.
E o fim: se Haddad casar com Globo/ “Mercado”, Bolsonaro abocanha Nordeste (e as periferias das áreas metropolitanas do Centro-Sul).

DROPS Duplo Expresso 8/out/2018

1.10.18

Eletrobrás: que o próximo Presidente reveja o desmonte

Eletrobrás: que o próximo Presidente reveja o desmonte

Na última quinta-feira foi realizado o leilão, sem base legal, que visava a vender 71 participações da Eletrobrás em Sociedades de Propósito Específicos. No entanto, nem todas foram vendidas. Como o edital do leilão não atendeu aos procedimentos previstos na Lei nº 9.491/1997, deve ser considerado ilegal. Foi obtido apenas R$ 1,3 bilhão dos R$ 3,1 bilhões pretendidos no leilão. O leilão foi marcado pela baixa concorrência. Em apenas dois houve disputa entre os interessados. Os demais foram negociados ao preço mínimo estabelecido pelo edital.

Que o próximo Presidente da República reveja o programa de desinvestimentos da Eletrobrás.

Pré-sal: nem mercado acreditou no nível do entreguismo do Regime Temer

Pré-sal: nem mercado acreditou no nível do entreguismo do Regime Temer

Já foram realizadas cinco rodadas de licitações no Pré-Sal, sob o regime de partilha de produção. A última, na sexta-feira passada. A exemplo do que ocorreu em rodadas anteriores, o “mercado” corrigiu parcialmente, por meio de elevados ágios em determinados blocos, os baixíssimos excedentes em óleo para a União exigidos pelo Regime Temer. Mais uma vez, os resultados evidenciaram a falta de compromisso com o País.
Essa “correção” feita pelo “mercado” não pôde ocorrer, contudo, em relação aos baixos índices de conteúdo local, o que impede o desenvolvimento correspondente na indústria nacional.

DROPS Duplo Expresso 1/out/2018

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