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Queria poder dizer que criei esta montagem, mas não... recebi de um seguidor no Facebook, como comentário a um artigo anterior. rs ...

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3.1.18

Como Eduardo Cunha "opera" Sergio Moro - e como ambos, juntos, "operam" a imprensa


Como Eduardo Cunha "opera" Sergio Moro - e como ambos, juntos, "operam" a imprensa

Por Romulus Maya

A Folha de São Paulo (sempre ela) plantou na sua edição de hoje “entrevista” (sic) com Carlos Fernando dos Santos Lima. Nela, o Procurador - e também a Folha, é claro - tentam lançar um certo "balão de ensaio"... uma tentativa de “vacina”... um “álibi jurídico-estratégico” para “explicar” (sic) as (obscenas!) vantagens que a Odebrecht comprou das mãos da Máfia de Curitiba.

Problema: o tal "álibi" ensaiado pela dobradinha Carlos Fernando/ Folha é (flagrantemente) tosco demais para ser crível!

Quer dizer...

Ao menos para nós aqui no Blog...

E, é claro, também para o - mui esperto - Eduardo Cunha!

*

Veja matéria do Tijolaço a respeito:

POR FERNANDO BRITO · 03/01/2018
uru


A entrevista, na Folha de hoje,  do pretensioso procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, o irmão “mais velho” de Deltan Dallagnol, é reveladora da falta de qualquer principio ético e preocupação com a sociedade da turma da Lava Jato.

Perguntado se os acordos de leniência para evitar o fechamento de empresas são importantes, ele responde:

Não. Esse é o interesse dela. Meu interesse não é esse. Meu interesse é: me traga provas dos outros crimes, dos outros envolvidos...


[Romulus: mais vítimas em potencial do achaque, caindo em dominó nas mãos da quadrilha instalada no MPF e na Justiça Federal]


... me dê todo material, pague um ressarcimento, pague as multas que tem que pagar...


[Romulus: o valor da multa é abritrado – de “arbítrio” mesmo – pelos Procuradores.

“Chutam” um número e resgatam “o que for possível”...

I.e., apenas de parte (!) das contas offshore detidas pelo “colaborador” (sic).

Evidentemente, mediante combinação entre ambas as partes, selecionam apenas as contas com o menor saldo. E, no verso da moeda, ocultando do tal “acordo” as contas polpudas. Claro, ora! Afinal, é dessas últimas que sairá o dinheiro extorquido pela quadrilha!

Tacla Durán mencionou o seu próprio caso à guisa de ilustração. Os Procuradores sequestraram uma conta, pequena, de Andorra...

... e...

... omitiram (!) outra em Singapura. Essa, sim, grande. E que teria fundos para pagar todo o valor arbitrado da multa, de USD 15 milhões.

Em vez disso, Tacla Durán foi instruído pelo “amigo pessoal” (sic) de Sergio Moro, Carlos Zucolotto, a pagar oficialmente USD 5 milhões de multa. E, ademais, pagar “por fora” outros USD 5 milhões a Zucolotto, para ser, ato contínuo, rachado entre os membros da máfia curitibana.

Notem bem:

- O que é pago de honorários aos advogados da “panelinha” não sai desses 5 milhões do “por fora”!

Ou seja, dos USD 5 milhões que restaram para si dos 15 originais, Tacla Durán ainda teria de pagar “honorários”, “por dentro”!

Marlus Arns, por exemplo, cobrou-lhe USD 1.5 milhão!

Quanto Zucolotto teria faturado no total?

Digo, faturado “por dentro”...

Percebem a voracidade do esquema??

A Máfia de Curitiba “limpa” completamente as vítimas da extorsão!

Fora o que diz Tacla Durán sobre si próprio, tivemos confirmação – independente – da prática em Curitiba de ocultação de contas offshore.

Por exemplo, duas contas do casal marqueteiro João Santana e Monica Moura “não constam” (!) dos seus acordos de delação!

Da mesma forma, pelos Panama Papers soubemos que (ao menos!) 2 dos “77 executivos” da Odebrecht também possuem contas offshore que “não constam” (!) dos seus acordos de delação “camarada”!]


... e, na medida do possível, entregue todas as provas e mude de comportamento. Esse é o meu interesse.


[Romulus: Sim, nós sabemos bem qual o seu interesse, Carlos Fernando...]


Eu entendo o seu [empresa]. Você quer se salvar, tudo bem. Agora, você cumpra os interesses meus. Ela [leniência] não é para salvar o mercado das empreiteiras. Ela é para “você se salva e todas as outras vão para o sal”. É assim que funciona.


[Romulus: Agora sim chegamos à parte do tal “álibi jurídico-estratégico” de que falei na abertura do post.

Ou seja: Odebrecht se salva e ferra as demais.

Segundo Carlos Fernando (e a Folha!), “é isso” o que explica a obscenidade das concessões feitas à Odebrecht (!)


Informações sobre como doleiros – como Dario Messer! – operam para essa gente aí...

Sei, Carlos Fernando... “é assim que funciona”, sim...]


“Você se salva e as outras vão para o sal”, perceberam? É a “delação de mercado”, onde uma empresa usa a acusação como forma de ganhar espaço das outras, que “vão para o sal”.

Aí está a fonte do “acordão”, que custou milhões de dólares em bonificações para executivos que “toparam” confessar e acusar, patrocinado pela cúpula da Odebrecht.

“Quando eu faço o dilema do prisioneiro eu digo: um se salva, os outros vão pagar”.

É mesmo sui generis a ideia de Justiça do Dr. Lima.

Empregos não o preocupam e ele propõe uma solução que cabe apenas nos contos de fada:

”As empresas podem ser vendidas e podem continuar a sua vida. Não há impedimento. O problema é que eles [os donos] querem se salvar. Eles não querem salvar a empresa. Eles querem salvar a sua propriedade sobre a empresa. Por que eles não vendem?”

Será preciso perder tempo dizendo que não vendem porque as empresas, metidas no imbróglio judicial e paralisados todos os seus contratos de serviço, perderam grande parte do seu valor? E que é muito melhor cortar, demitir, enxugar do que vender? E quem vai comprar? Os americanos, os chineses? Porque não há ninguém por aqui “com bala” para comprar uma Odebrecht, por exemplo.

Aliás, só o que interessa ao Dr. Lima é por alguns na cadeia – e muitos têm mesmo de ir, porque corruptor é o executivo que faz a empresa pagar propina, não a pessoa jurídica –  não importa o que isso cause. Nem mesmo recuperar o dinheiro público é essencial:

A recuperação de valores é um aspecto importante, mas lateral. O mais importante é a revelação de fatos em relação a outros criminosos.


[Romulus: Sim, novas vítimas para o achaque. Quase total, como vemos no exemplo de Tacla Durán.

Mais: como a Odebrecht tem o dossiê “corrupção no Judiciário/ MP” debaixo do braço, não pode ser espetada demais, não é mesmo?]


Ou seja, pode levar, mas dedura…

80% do dinheiro recuperado das empreiteiras veio dos acordos de leniência que o Dr. Lima desdenha. Mas isso, claro, não vem ao caso.


[Romulus: Pergunto:

- Quando que os jornalistas da blogosfera “progressista” vão parar de comprar o que os lavajateiros plantam no Cartel Midiático pelo “valor de face”?

- E, é claro, por consequência parar de disseminar a “pauta” plantada no PIG pela Lava Jato para a sua audiência na blogosfera?

(apenas "trocando o sinal": o que era "positivo" vira "negativo", com adjetivações e retórica em sentido oposto)

Exaspero-me:

- Não é possível que toda a malícia da blogosfera resolva manifestar-se só por aqui, não é mesmo?

- Não é possível que só aqui se tente fazer - sempre! - uma leitura "meta" do que sai no PIG.

- Não é possível que só aqui notemos – já na primeira leitura! – que essa “entrevista” (sic) nada mais é do que Carlos Fernando plantando no PIG a (tentativa de) “vacina” para as revelações que têm sido feitas sobre os “benefícios” (obscenos!) comprados pela Odebrecht da Máfia de Curitiba!

- Não é possível que a blogosfera queira ajudar Carlos Fernando no esforço de vender o seu "álibi"!

- Não é possível que pessoas espertas creiam, de verdade, que Carlos Fernando é um “zelote”!

Um “fanático ideologizado” da “luta contra a corrupção a qualquer custo”!

Pelo amor de Deus!

Não descobrimos, com Tacla Durán, que nem o “DD” – nem o “DD”! – é tão bobinho quanto tenta se vender ao público?

“Zelotes inconsequentes da luta contra a corrupção””...

Sei...

Poxa, minha gente...

Ainda mais num momento em essa postura “terra arrasada” já passa a ser amplamente rejeitada pela sociedade, diante do desemprego galopante!

- Não é possível que ninguém mais se questione sobre o timing "fortuito" desse “sincericídio” (fake!) do Carlos Fernando!

Ora, "zelote sem noção" uma ova!

Os interesses em Curitiba sempre foram dois - e apenas dois:


- Política...

... e...

- ... grana!


Ô, Fernando Brito!

O velho Brizola – que falta faz! – não cairia nessa nunca!

Investigação parcial, que blinda um e aniquila os concorrentes, nada mais é do que acerto de contas entre quadrilhas!

E acerto esse, no caso, levado a cabo pelas mãos de outra quadrilha - instalada no aparelho do Estado!

Quantos doleiros – concorrentes – Alberto Yousseff não eliminou com as suas múltiplas “delações camaradas” ao longo de sua “carreira”?

“Delações” essas prestadas – oh, a coincidência! – justamente ao Procurador Carlos Fernando...

E a...

- ... Sergio Moro!]

*

Como Eduardo Cunha “opera” Sergio Moro




Ainda a esse respeito, vejam a seguir discussão interessante reunindo indícios sobre como Eduardo Cunha teria “operado” Sergio Moro de 2015 para cá. Tal troca se deu na seção de comentários do post “Como Eduardo Cunha colocou Sergio Moro no bolso” ao longo dos últimos dias.

Meus agradecimentos, mais uma vez, a vocês, leitores!

Os melhores do mundo!

*

Caro Romulus, você esboçou uma interessantíssima conjectura. Realmente, isso pode explicar muitos fatos curiosos. Só ainda não captei completamente o quadro. Se entendi, Eduardo Cunha tinha os dados da Kroll e isso (no meu modo de ver) bastaria pra ter a patota de Curitiba nas mãos.

Não haveria necessidade da convocação do Tacla Duran... esse ponto me foge...

O que ainda poderia estar sendo negociado em novembro último? Se houve necessidade de chamar o Tacla Duram é porque algo ainda não estava alinhavado. O que seria? Teria o Tacla Duran alguma informação que o Cunha ainda não possuía?


“O que abunda não prejudica”. Não sabemos, por exemplo, se à época da Catta Preta o "amigo pessoal" (sic)/ padrinho/ sócio da Sra. Moro, Carlos Zucolotto, já estava na farra.

Tampouco sabemos como era, então, o racha com os bandidos membros do MPF e da Justiça Federal. Podia ser em níveis ainda incipientes, por exemplo.

O que era certo, desde então, eram os flagrantes conflitos de interesse envolvendo a advogada Catta Preta – que representava delatores e delatados ao mesmo tempo!/ MPF. Isso provocou nulidades nas “provas” – desde o início! Desde a primeira das “delações”! – que, em circunstâncias jurídicas normais, provocariam a nulidade de TODA a Operação Lava Jato. Lembremos que, por muito menos, a “Castelo de Areia” foi derrubada.

Mas voltando ao “o que abunda não prejudica”...

Negociações dessa natureza, como a política, são sempre dinâmicas. Sempre se quer aumentar a própria alavancagem e arrancar termos melhores para si. Com bandido (e também na política) acordo "no fio do bigode" tem vida curtíssima.



Se a bancada do Cunha na cpi retirou o Tacla do relatório, tem um muito bom motivo.

Agora, desde ontem tento fazer uma cronologia dos acontecimentos envolvendo a denúncia, afastamento, etc. do Eduardo Cunha. Tem algo realmente estranho.

Foi vendida pelo PIG a versão de que, com a perda das prerrogativas e de foro, Eduardo Cunha cairia nas mãos do "implacável" juiz Moro e desta forma estaria liquidado. Essa sua conjectura (muito boa) nos aponta alternativas muito coloridas dos fatos como um todo e levantam diversas perguntas interessantes.

Janot fez a denúncia ao STF no início de agosto de 2015. Antes disso, via "vazamentos" + PIG, Eduardo Cunha estava sendo chantageado visivelmente pela Patota de Curitiba.

De alguma forma (e o Romulus sustenta muito bem essa hipótese nesse post) o Eduardo Cunha conseguiu reverter as coisas em seu favor. Provavelmente usou algo forte contra as armações forjadas pela Catta Preta & Curitiba FC.

A chantagem explícita sobre Cunha nessa fase mostra que o golpe não foi aceito (ao menos de bom grado) inicialmente pelo Cunha (ou então ele tinha outro cronograma, outro calendário). Cunha vinha sendo chantageado para que aceitasse o impedimento da Dilma? Nesse caso, por que ele não aceitou logo? (teria algum timing alternativo? Preferia manter a Dilma?)

Sabemos que a chantagem sobre Cunha foi fortíssima e o contra-ataque também.

Seguindo, logo após os incidentes que demonstram esse poder de contra-ataque (talvez restrito ao esquema Catta Preta), a chantagem sobre Cunha vem por parte do Janot, que nessa hora entra em cena ameaçando e finalmente formalizando a denúncia contra Cunha no STF, sob os cuidados do falecido Teori.

Este último tinha informações bastante fortes de como Cunha “operava” na Câmara junto às Comissões ($$$)...

Sabia, ademais que, em caso de substituição do “operador”, demoraria uns 6 meses para fazer "voltar a jorrar a propina"...

Teori sentou em cima da denúncia. Supostamente para dar tempo ao tempo e Cunha conseguir dar seguimento ao impedimento...

Tô recapitulando aos poucos aqui.. enfim... muitas perguntas... seguirei averiguando as datas e coincidências.



Segundo a narrativa "oficial", o que precipitou a aceitação do pedido de impeachment foi o PT não ter dado os votos no Conselho de Ética da Câmara para enterrar a representação contra Cunha.

Pode ser, mas se for é apenas parte da história.

Cunha não faz nem nunca fez nada de graça para ninguém. Tenho relato de pessoas que foram se reunir com ele, quando Presidente da Câmara, para fazer reivindicações legítimas, para o andamento de pautas que estavam paradas na Casa.

Invariavelmente, Cunha começava a discussão com "e o que é que eu ganho com isso?".

Sim, ele resolveu ejetar Dilma a partir da decisão do PT de não o salvar no Conselho de Ética.

Mas...

Antes disso ele acertou com o outro lado - PSDB/ Globo/ Lava Jato - "o que ele ganhava com isso".

Cunha é esperto e tem sangue frio demais para fazer "vingancinha", como foi vendido pela mídia – e até, cenicamente, pelo José Eduardo Cardozo, pela Dilma e pelo PT durante o impeachment.

Pode até fazer, mas GANHANDO algo com isso.



Confesso que gostaria de saber

1) Se a vaza-jato teve de chantagear Cunha porque ele se demorava a aplicar o golpe na Câmara ou se a vaza-jato mirou nele, vendo um perfeito alvo para extorquir dinheiro (sujo e facílimo, em tese, de ser subtraído)?

Esse ponto eu considero que não entendo o suficiente. O papel da vaza-jato me parece dúbio. A agenda principal da patota era o golpe ou um achaque aos políticos e empresários corruptos?

2) Janot teve de entrar em cena porque Cunha já teria o antídoto contra a patotinha curitibana?

Aparentemente, é a consequência mais plausível, uma vez que a máfia do Sul estaria neutralizada nessa fase).

Janot teve de assumir o que ele vinha evitando fazer (meter a mão na merda pra dar o golpe) ou ele apenas fez a denúncia pensando na recondução ao cargo de PGR (o que realmente, e paradoxalmente, aconteceu um mês depois em setembro de 2016. Dilma, Dilma!)?

3) De quem partiu o golpe, em última análise?

*

Sei lá...

Tenho a sensação de que nunca mais veremos o Cunha. Tremenda sensação de "déjà vu".... Teori, PC Farias, I dont know...

Últimos minutos de 2017...

Será uma premonição?

Ou o vinho francês que bebo já causa alguns devaneios?




Não creio. Cunha é esperto. Deve ter cópias de TODOS os seus dossiês espalhadas pelo mundo todo. Se você tem “premonição” lembrando de Teori e PC, imagina o próprio!



Carlos Dias, parte de seu comentário: "Se entendi, Eduardo Cunha tinha os dados da Kroll e isso (no meu modo de ver) bastaria pra ter a patota de Curitiba nas mãos. Não haveria necessidade da convocação do Tacla Duran".
Creio que os dados Kroll, em poder de Cunha, representam o estoque, o mapeamento de todo (ou de grande parte) do esquema.

Quando saiu a homologação da delação premiada dos 77 executivos da Odebrecht, em janeiro de 2017, Cunha verificou que a máfia da Lavajato apartou muita gente graúda de bancos, judiciário, procuradores, Globo, etc.

Ou seja, cotejou os dados do relatório Kroll com o relatório da delação Odebrecht.

- “Lacunas”.

  

A entrada em cena do Tacla Duran (através da Folha-Monica Bergamo) pode ter a influência de Cunha também, pois reforçaria a chantagem sobre Moro et caterva.

E, em seguida, a convocação de Duran foi a espada no pescoço de Moro – tanto a esposa de Moro foi pessoalmente ao DF "pedir socorro"...

O depoimento de Duran "arrasa" com Moro, “DD”, República de Curitiba, etc.

Vale a pena assistir, embora seja longo (3,5 horas).

Tacla Duran (com a anuência de Cunha!) fez Moro arregar!


EXCELENTE contribuição, Hilario Muylaert!!

Dossiês Kroll/ Banestado/ Dario Messer é o 'estoque' que Cunha vai administrando.

Dessa perspectiva, Tacla Duran/ Zucolotto foi, ademais, uma maneira de VALORIZAR esse estoque.

Isso porque trouxe uma fonte "independente" corroborando o que há no dossiê, SECRETO - e que assim deve permanecer para que a chantagem permaneça eficaz!

Pois agora, com a entrevista vinda do TI da Odebrecht, traremos uma terceira fonte - essa totalmente independente - corroborando a fraude nas investigações.

O verso da moeda da fraude da "investigação" COMBINADA Odebrecht/ Máfia de Curitiba é, justamente, os pagamentos "por fora" (apud Zucolotto) que fazem a engrenagem girar, muito bem “azeitada” com “graxa”.

Valeu, meu amigo!

*

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