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25.1.18

Acorda, PT! – para Marco Aurélio/STF, Lula inelegível ‘é’ “mal necessário”!


Por Romulus Maya, para o Duplo Expresso



Acorda, PT! Para o Min. “garantista”, “liberal”, do STF, Marco Aurélio Mello, Lula inelegível seria como 1964: “um mal necessário”.
Eis duas falas infames do “fidalgo” Dom Marco Aurelio a jornalistas que servem à extrema-direita, em uma rádio de extrema-direita. Intercaladas por uma confissão escandalosa: para ele, 1964 foi “um mal necessário” (!)
Na sequência, clipes do Programa Duplo Expresso de 24/1, o dia do julgamento do… Judiciário (!), e 25/1, o “day after”.
Alfredo Herkenhoff (23/2/2018) –  “Quem diria? Neste 22 de janeiro, Marco Aurélio, o “vice-decano”, papeia com os extremistas de direita na Jovem Pan, nada fala do caos com as correntes da desumanidade, nada fala da decisão inconstitucional de Carmen repetindo Gilmar, nada fala de juristas estrangeiros escandalizados com a loucura dos juízes brasileiros envolvidos na perseguição a Lula como desfecho da farsa do impeachment de Dilma, um magistrado elogiando Vila e Augusto Nunes, um juiz falando mal de Lula, falando que pessoas indignadas com uma eventual condenação são pessoas de uma cultura que não é a deles, juízes e jornalistas golpistas. Um escárnio. Marco Aurélio está tratando os que defendem a legalidade e o absurdo de Moro condenando sem provas como pessoas de segunda linha, somos hoje os judeus de ontem. O totalitarismo judicial caminha nervoso e apressado”.
Leonardo Valente – “Não se iludam, se não tivesse apartamento no Guarujá, teria qualquer outra coisa, se não existisse lei da ficha limpa, teria prisão mais cedo; se não existisse Lula, seria com outro qualquer que mais os ameaçasse. Pode vir a ser, e com a mais limpa das fichas. Crime? Crime nunca foi problema. Judiciário e imprensa estão aí para isso.
A direita foi à guerra. A ordem é: esquerda não pode ter candidatura perigosa; se tiver, não pode ganhar; se ganhar, não pode governar. Não é eufemismo, virou ação real, de novo.
A direita mais uma vez mudou a regra do jogo, e a esquerda ainda acha que pode vencer jogando na regra.”

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