Destaque:

Estado brasileiro na encruzilhada. Já sabemos o que a Globo quer... e você?

Queria poder dizer que criei esta montagem, mas não... recebi de um seguidor no Facebook, como comentário a um artigo anterior. rs ...

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27.4.17

Eleição na França: “novidade” - posicionamento político de extremo... centro?! (3/3)

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Eleição na França: “novidade” - posicionamento político de extremo... centro?!

(Parte 3 de 3)



- Emmanuel Macron: um candidato de extremo... centro??


- Rapidamente ganhou um apelido dos adversários: "monsieur en même temps"... aquele que tenta conciliar tudo... que concorda um pouco com todo mundo. Mas que não concorda totalmente com ninguém, porque ele é...
... “o novo”!


- Ah, bom, Monsieur Macron!


- Analistas anotaram armadilha que o próprio candidato se impunha, ao se propor a "complexificar" o debate político: sempre matizando suas próprias “afirmações”.
Dizendo: "de um lado tem isso aqui... mas do outro tem aquilo acolá, e ambos são contraditórios. Temos que contemplar as duas coisas, igualmente importantes, ~ao mesmo tempo~ ".


- O slogan da social-democracia alemã bem descreveria Macron: "o mercado tanto quanto ~possível~; o Estado sempre que ~necessário~”.


- Muito bem, Monsieur Macron! Mas... o que exatamente quer dizer “possível”?
E, mais importante ainda, “necessário”?


- Desconfio que entre a ~minha~ definição e a ~do senhor~ passa boi, passa boiada... 😒


- E quem decide a parada?
Um ~economista~, com matemática e gráficos?
Ou um ~político~, que vai decidir, fazendo...
~politica~ ??


- Corolário: não existe preto ou branco, mas sim infinitos tons de cinza ~a se escolher~. E o que interessa - em política - não é sequer o tom de cinza "pessoal" do político, mas sim aquele que ele ~viabiliza~ na sua arbitragem dos conflitos... na sua... "presidência".


- E para fechar, a “verdade inconveniente”: saindo governo, entrando governo, mesmo para fazer “mais do mesmo” existem níveis diferentes de sensibilidade social... e de competência!



Eleição na França: a delicadíssima situação política da “extrema-esquerda”, de Melénchon, no segundo turno (2/3)

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Eleição na França: a delicadíssima situação política da “extrema-esquerda”, de Melénchon, no segundo turno

(Parte 2 de 3)



Por Romulus & Núcleo Duro


- Inusitado (?): a ~enorme~ interseção eleitoral entre Jean-Luc Melénchon, de “extrema-esquerda” – ou “esquerda da esquerda”, ou “esquerda de verdade”, ou o que o leitor preferir... e...


- Marine Le Pen, de extrema direita – essa, sem aspas e sem reticências!


- A disputa pela bandeira “soberanista” é desigual: em um país com passado colonial, como a França, o nacionalismo - vinculado ao "orgulho nacional" e ao abraço incondicional ao "romance nacional" (como se diz na França), i.e. a História idealizada, romanceada - não casa bem com a esquerda, desde sempre crítica do colonialismo.


- As ações do establishment para garantir o sucesso de Macron: (1) maximizar a "ameaça Marine" ("caos"); (2) inflá-la artificialmente nas pesquisas; (3) vender a narrativa de "Frente ampla de salvação nacional" contra "o mal".


- “É política (e luta de classes), estúpido”! Maquiavel, Marx, Gramsci e suas obras clássicas são sempre atuais...


- Mas cabem algumas “glosas” nesta era de superação gradual do “proletariado”... em que a riqueza se descola, pouco a pouco, do trabalho (humano). Deixando para trás trabalhadores precários, "uberizados", num capitalismo financeiro (e não predominantemente industrial).


Eleição na França: o "jogo" do segundo turno (1/3)

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Eleição na França: o "jogo" do segundo turno

(Parte 1 de 3)



Por Romulus & Núcleo Duro


- Suposição: establishment inflará “ameaça Le Pen”. No desempenho de campanha, nas pesquisas e no “caos” contratado por ela. Mas…


- … sempre destacando a “vacina”: Macron!


- Por quê?


- Ora, para assegurar o comparecimento dos eleitores - desgostosos - no segundo turno… esse sim o único fator que pode fazer, efetivamente, “dar zebra”.


- Batalha de narrativas: forma-se uma “frente ampla de salvação nacional” contra... “o cão danado, arauto do ~caos~ ”...


- … ou não?!


- Diante da disputa "extrema-direita" vs. "extrema...

- ... finança (!)": viraliza, nas redes e nas ruas, o bordão “nem pátria, nem patrão: nem Le Pen, nem Macron!”


- (Zero vírgula) 1% global cava sua cova: fechamento da fábrica da Whirlpool coloca Le Pen e Macron face a face. “Com” e “contra” o povo, respectivamente (!).

- E para fechar: o Secretário-Geral do Partido Socialista está… me lendo??
😮


24.4.17

Macron e a França: Presidente de uma potência nuclear… e aos 39 anos!

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Macron e a França: Presidente de uma potência nuclear… e aos 39 anos!



Por Romulus


- “Game over”: sim… Macron já está eleito (salvo o “imponderável”, como “jato caindo”).


- Mas é muito possível que Marine Le Pen “perca ganhando”…


- … o que pode ser fatal num país que tem um... “excesso de democracia”!


- Inclusive com um “terceiro turno” - legal! - logo agora em junho...


- Tranquilidade “diabólica”: está tudo de acordo com os planos de Madame Le Pen… afinal, seu alvo sempre foi… ~2022~ !


- … 2017 era - "apenas" - um building bloc… um “pilar” – necessário! – para sustentar os ~novos~... hmmm… “pavimentos” do seu “edifício”...


- … político!

22.4.17

“Misa Criolla”: com Papa vermelho, “~veias~ abertas” vão ao ~coração~ do Vaticano

Publicado 4/4 - 11:00
Atualizado 23/4 - 9:00
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Misa Criolla”: com Papa vermelho, “~veias~ abertas” vão ao ~coração~ do Vaticano



Por Romulus


- Vídeo imperdível: Papa Francisco (3) leva “~veias~ abertas” da América Latina direto ao ~coração~ do Vaticano. Toca a “Misa Criolla” em plena Basílica de São Pedro.


- Pegadinha: Francisco foi a Roma como “o tal do cardeal que desafiava na rádio e dificultava a vida da terrível ‘comuno-bolivariana-gayzista-feminazi’... Cristina Kirchner".


Chegou lá e...


- ... o cara era mais vermelho que ela! 😂


- Dias piores: lembram quando seu antecessor, Bento XVI, negou o holocausto indígena nas Américas e disse que os índios não foram coagidos, mas sim que, na verdade, “ansiavam” pela evangelização?


- Pois Hugo Chaves respondeu de maneira definitiva à falta de noção de Bento XVI... 😬


E para continuar no tema “evangelização”...


- Que Francisco I viva tanto quanto…


- … o patriarca Abraão!  🙏


*




20.4.17

Eleição na França: Sen. Lindbergh nos leu mas "não" entendeu ;-)

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Eleição na França: Sen. Lindbergh nos leu mas "não" entendeu ;-)



Por Romulus


Do GGN:


Lindbergh Farias*
Esquerda de verdade a um passo do segundo turno na França
O passado recente de conciliação da esquerda tradicional está morto. É chegada a hora de abrir um novo ciclo, e no ciclo, uma guinada
Oratória possante e clareza programática, de quem sabe que somente uma esquerda de verdade conseguirá deter a avalanche neofascista e vencer. São estas as duas qualidades da vertiginosa ascensão do candidato da esquerda radical, Jean-Luc Mélénchon, na reta final das eleições presidenciais francesas.
As eleições acontecem domingo (23/04). O jornal Le Monde publicou uma pesquisa sábado (15/04). Os dados da pesquisa revelam que Mélénchon (20%), que começou a campanha em quarto lugar, arrancou em definitivo do candidato do PS, Benoît Hamon (7,5%), o espaço de candidatura competitiva de esquerda e embolou com Marine Le Pen (extrema-direita, 22%); Emmanuel Macron (direita liberal, 22%); e François Fillon (direita conservadora, 19%).
Mesmo antes de se abrirem as urnas, o grande derrotado das eleições é o maior e tradicional partido de esquerda na França, o Partido Socialista.

Delações contra Lula e seu impacto político Vol. 2


Delações contra Lula e seu impacto político Vol. 2

Por Romulus

19.4.17

Alerta na França (e Brasil!): quando a mídia se dará conta de que o Séc. XX já acabou?

Espelho do post desta semana - muito lido - que misteriosamente "sumiu" em algum momento de ontem para hoje. Escrevi ao Google / Blogger no Twitter perguntando o que aconteceu (o link dá que o artigo "não existe", mas no cache do próprio Google, gravado 4 dias antes, está perfeito). Aguardemos.


Publicado 18/4 - 12:25

Atualizado 19/4 - 21:20
(Replicado 23/4 - 17:40 - faltam os maravilhosos comentários, disponíveis no cache do Google, aqui)



ALERTA NA FRANÇA (E BRASIL!): QUANDO A MÍDIA SE DARÁ CONTA DE QUE O SÉC. XX JÁ ACABOU?


Por Romulus

- Quando?? Bem, ao que parece tarde...

- "Gênio indomável": o que acontece quanto um “gênio” é tirado da garrafa, para ser instrumentalizado pelo... hmmm... “amo”, mas depois não quer mais voltar para dentro?

- Na França – como no Brasil – um alerta para a grande mídia, diante da sua insistência em brincar de feiticeiro nos complicados cenários político-eleitorais atuais.

- Dança-se, irresponsavelmente, no fio da navalha. Num contexto já bastante complicado em nível global, propenso à polarização, à radicalização e à intolerância na disputa política. Realidade que leva à precarização da governabilidade - quem quer que seja o governante de plantão.

- "A Era dos Extremos": se “as paralelas se encontram no infinito”, os extremos do espectro político, fechando o círculo, encontram-se (novamente) em 2017.

- O alvo? A “terceira via”... o “neoliberalismo progressista globalista”: “de direita” na economia e “de esquerda” em questões societárias.

- A luta: de um lado, o projeto liberal-globalizante, que vive crise aguda, e, do outro, a resposta "soberanista", empunhada tanto pela extrema-esquerda como pela extrema-direita.

- Atualização (sim... já!): a (pseudo) "bomba" - o "atentado terrorista ~desarmado~ a um candidato".

9.4.17

Ataque de Trump à Síria: a conspiração (da conspiração, da conspiração, da …)

- Publicado em 7/4
- Atualizado em 9/4

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Ataque de Trump à Síria: a conspiração (da conspiração, da conspiração, da …)


Por Núcleo Duro (& Leonardo Valente)

- Petróleo/oleoduto?

- Cercar a Rússia?

- lobby sionista em D.C.?

- Mise-en-scène?

- Trump ou o “deep State”?

- ... ?



6.4.17

Cera fria: como depilar um pavão

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Cera fria: como depilar um pavão



Por Romulus


(resposta ao comentarista Clever em um post do Nassif, explicando o porquê da pertinência da implicância com o Min. Barroso - tanto minha como do Nassif)


Caro Clever,


Quanto ao Min. Barroso, creio que tanto eu como o Nassif venhamos a discordar de você quanto à pertinência ou não de uma atenção "especial" ao caso dele.


Como advogado e ex-aluno, posso te dizer que havia uma grande expectativa na comunidade jurídica - estimulada também pelo próprio com a alimentação de uma “aura” - quanto ao dia em que "a profecia" seria realizada... e Barroso – “o maior advogado constitucionalista da geração" - chegaria ao STF... "para redenção geral do Direito brasileiro".


Bem “Sebastianista” mesmo... como o Brasil adora...


5.4.17

A demolição do Brasil no ~concerto~ das nações: quando começará o ~conserto~?

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A demolição do Brasil no ~concerto~ das nações: quando começará o ~conserto~?



Por Romulus


- Vergonha para a nacionalidade: Nassif registra hoje, em nota, o choque de jurista estrangeiro que toma conhecimento do Min. Gilmar Mendes sendo... bem... “apenas” Gilmar Mendes.


- É certo que o Ministro representa a maior humilhação do Judiciário brasileiro em todos os tempos... mas isso não quer dizer que seus colegas sejam tidos propriamente como... “sumidades” na comunidade jurídica internacional.


- Ilustração infeliz: a condescendência dos representantes dos países na OMC, em Genebra, diante da falta de noção da ex-Ministra Ellen Gracie, do STF.


- Pergunto: quando é que vamos nos livrar dessa geração de “homens públicos” (sic), que fez o status do Brasil, no concerto das nações, regredir ao da moratória sob Sarney? (se não pior...)


3.4.17

Institucionalidade brasileira e a “bomba nuclear”: e se Presidente pudesse dissolver o Parlamento?

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Institucionalidade brasileira e a “bomba nuclear”: e se Presidente pudesse dissolver o Parlamento?



Por Romulus & Núcleo Duro


- Trata-se de mecanismo típico do tal do "semi-presidencialismo", no original francês ou na cópia portuguesa.


- Funcionou em Portugal em 2011... mas deu xabu na França em 1997...


- Na verdade, como com as armas de destruição em massa reais, a hipótese de dissolução do Parlamento pelo Presidente deve servir de ~dissuasão~. Ou seja, deve facilitar acordos mínimos, com concessões recíprocas de lado a lado, para vencer impasses políticos.


- Bônus: a vantagem do modelo francês, com eleição presidencial e legislativa descasadas pelo espaço de algumas semanas.


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