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Estado brasileiro na encruzilhada. Já sabemos o que a Globo quer... e você?

Queria poder dizer que criei esta montagem, mas n√£o... recebi de um seguidor no Facebook, como coment√°rio a um artigo anterior. rs ...

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2.1.18

ūüėģ “Mala sem al√ßa”? Sim, o (meu) “atrevimento” de millennial incomoda

 Atualizado 12:41 



ūüėģ "MALA SEM AL√áA"? SIM, O (MEU) "ATREVIMENTO" DE MILLENNIAL INCOMODA... PROBLEMA DO(S) INCOMODADO(S), UAI!

Criticam-me por me "atrever" a criticar o "decano" do jornalismo pol√≠tico J√Ęnio de Freitas, do Conselho Editorial da Folha de S.Paulo, por ter se prestado ao papel de moleque de recados do "not√≥rio" Eduardo Cunha.

E isso malgrado toda a sua senioridade...

Pior: numa clara tentativa de chantagem (mais uma!) contra o Judici√°rio.

("Folha transmite chantagem de Eduardo Cunha ao Judiciário: ratos se entendem pro Réveillon?" - 31/12/2017)

Jogo pesadíssimo.

Não só mantenho tudo o que disse como, mais incrível ainda, já tinha - mesmo sem o saber - redigido a resposta para essa (suposta) "crítica" - e com 24h de antecedência:


"Tenho muitas cr√≠ticas aos valores da minha gera√ß√£o, extremamente individualista e inconstante/ 'queixo de vidro', porque mimada, sem ter experimentado frustra√ß√Ķes no seu processo de forma√ß√£o.

Mas se tem algo dos millennials que reivindico √© a aus√™ncia de 'temor reverencial' POR DEFAULT a quem √© 'estabelecido'/ establishment; o gosto por din√Ęmicas mais 'horizontais' de relacionamento. Um 'republicanismo' anti privil√©gios 'feudais', digamos."

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- Que pena ter me exclu√≠do dos seus amigos, Andr√© Carone! Eu, como democrata, valorizo muito estar exposto a quem pensa diferente de mim. ūüėČ

- De novo: feliz ano novo!

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PS: tem um artigo meu de exatamente 1 ano atrás, republicado pelo Luis Nassif lá no GGN também, que tangencia o "desconforto" de (certos!) babyboomers - saudosos da época de ouro dos tais "formadores de opinião" (sic) - com estes novos tempos, menos verticalizados:

"'Democracia boa é a que nos dá razão': redes sociais, pós-verdades e a irreverência dos invasores bárbaros"

06/01/2017





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 Atualiza√ß√£o 9:44 
Piero Leirner
Piero Leirner
Conheço o André, acho que há mais de 20 anos. Fez filosofia na USP, a gente era de turmas mais ou menos próximas. Depois voltei a encontrar ele com uma certa frequência aqui em São Carlos, se não me engano ele estudou com o Bento Prado. Hoje ele ainda mora aqui, embora dê aula, acho, na Unifesp, em Guarulhos.
Ele √© gente boa, sinceramente n√£o sei o que deu pra sair em defesa de algu√©m que pode muito bem se defender sozinho. N√£o sei se ele tem rela√ß√Ķes com o JF, o pai dele, o historiador Edgar Carone talvez tivesse. A irm√£ do Andr√©, Silvia, se n√£o me engano trabalhou na FSP por um tempo.
As coisas são assim, esquisitas. Uma vez mandei uma nota criticando umas inconsistências do Luis Felipe Alencastro num artigo para a FSP. Dias depois o Cebrap inteiro começou a me xingar. Ouvi até que mesmo que tivesse certo, deveria ter "transmitido o recado" na boca pequena, através dos "amigos dos amigos".
O nome disso é, lato sensu, hierarquia. Esse é o ponto todo que vivemos aqui. No Brasil há um jeito especialmente perverso de mostrar seu horror a esse "horizontalismo" de que fala Romulus Maya. Aqui é cada macaco no seu galho, e fim de papo...
Tania Ottoni Tania Tristes momentos em que se confunde crítica livre com ataque figadal. Seu comentário mostra bem de onde vem esse tipo de reação.
Dorotea Kremer Motta Dorotea No caso, n√£o foi sequer o alvo das cr√≠ticas - J√Ęnio de Freitas - quem reagiu mal, mas sim uns que se arvoram defensores ou, o mais prov√°vel, aqueles que est√£o muito enciumados com a proje√ß√£o do Romulus
Tania Ottoni
Tania
Exato, Dorotea. Pelo que percebi, parece que não são só os juízes e procuradores que se consideram uma casta, e atribuem um valor maior a uma hierarquia ultrapassada.
Romulus Maya
Romulus Maya
Piero, perfeito. No Brasil temos o "cartorialismo" ib√©rico levado ao paroxismo. O reflexo disso na academia - a "proibi√ß√£o" t√°cita de diverg√™ncias p√ļblicas e cr√≠ticas aos pronunciamentos dos "monstros sagrados" - tem um efeito delet√©rio √≥bvio para o avan√ßo das ci√™ncias.
Estando já há um tempo fora, em outra cultura acadêmica, mas tendo feito pós-graduação no Brasil, posso te dizer que esse tipo de "tabu" é mais forte no Brasil que em qualquer lugar!
Como se constrói o conhecimento sem contraditório?
Sem dialética??

Piero Leirner Piero Leirner  √Č o que ouvimos de todos que v√£o por um tempo pra fora. Que h√° sess√Ķes p√ļblicas de cr√≠ticas. Aqui vemos isso como falta de educa√ß√£o, no m√≠nimo. E veja bem como foi a atitude do Andr√©: ele criticou (a√≠ sim de forma grossa), e ele te excluiu. N√£o sou amigo dele aqui no FB, ent√£o nem tenho como saber se houve alguma repercuss√£o, etc. Mas enfim, √© s√≥ mais um quantum de energia somado a todo esse movimento que a pr√≥pria blogosfera vem fazendo, n√©? As tais regras universais s√≥ valem para alguns...  

Romulus Maya Romulus Maya Piero, sobre as "sess√Ķes de cr√≠ticas", olha que coisa: eu, como brasileiro, ficava no in√≠cio muito incomodado estando na plateia! At√© perceber que o problema era comigo!
√Č tipo o escravo que tinha o dever legal de ir atr√°s do Cesar enquanto esse desfilava por Roma em gl√≥ria, depois da conquista da G√°lia, falando a cada "x" metros: "lembra-te de que √©s mortal!"
Faz bem a Cesar, faz bem a Professor catedr√°tico, faz bem a decanos do jornalismo, enfim... a qualquer "monstro sagrado". Express√£o, ali√°s, que Victor Hugo criou para falar de uma...

- ... DIVA - Sarah Bernhardt!


Piero Leirner
Piero Leirner
E j√° que voc√™ tocou na escravid√£o (tema, ali√°s, do pr√≥prio Alencastro). Quando fui assistir Django Livre pensei na hora: porra, esse Tarantino fez uma tese sobre a escravid√£o melhor que qualquer acad√™mico! Pensei nisso pelo fato de que num √ļnico filme ele articulou TODOS os personagens. E, para mim, o mais forte de todos √© aquele mordomo-capataz: o escravo-pr√≥-senhor, feitor, etc. Ele radicalizava o discurso do "dono".


Isso "caiu no meu colo". N√£o sei se voc√™ sabe, mas meu tema acad√™mico √© justamente a hierarquia (por isso militares e tals). Tinha especial interesse sobre estas estruturas que chefias em certos lugares produzem, de gerar pir√Ęmides que geram por suas vez outras mini-pir√Ęmides. √Č uma esp√©cie de "Estado port√°til", que faz, por fim, que algumas pessoas, mesmo estando em planos inferiores, produzam efeitos mais intensos do que aquelas que est√£o no topo, no sentido de sustentar o modelo.

Por isso o chefe, nesses casos, pode se manter quase como um ente "destacado" da vida mundana: todo eixo de poder é percebido, pelos que estão abaixo, como sendo realizado pelos que estão imediatamente acima. O chefe fica assim isento da tensão máxima que o sistema produz. Então o problema passa a ser o feitor, e não a escravidão, digamos assim.

Quando uma vez o Fernando Horta come√ßou essa conversa sobre as classes m√©dias aqui no FB, me toquei que essa era uma explica√ß√£o plaus√≠vel para seu reacionarismo. Enquanto uma certa pir√Ęmide funcionava nos governos petistas, a engrenagem operava. Mas na hora em que a crise chegou e eles n√£o puderam mais criar sub-sistemas de distin√ß√£o, a√≠ a corda arrebentou. Isso, do ponto de vista do feitor, representaria um afastamento do dono da fazenda. O que ele precisa fazer ent√£o? Afastar mais ainda quem est√° abaixo dele, de modo a tentar diminuir a dist√Ęncia relativa em rela√ß√£o ao andar de cima. Essa √©, em resumo, a minha leitura do que aconteceu a partir de 2013. Um reposicionamento geral das hierarquias intermedi√°rias....

Dorotea Kremer Motta
Dorotea
 Fico aqui a me perguntar como ter√£o sido/ como ser√£o as rela√ß√Ķes privadas desses indiv√≠duos t√£o submetidos √† hierarquias p√ļblicas. Rela√ß√Ķes pais/m√£es-filhos/as; irm√£os/√£s + velhos-irm√£os + novos; companheiros/as; Essas atitudes de vassalagem tendem a reproduzir/refletir a assimetria, hierarquia e autoritarismo dom√©stico de origem.

Piero Leirner
Piero Leirner Tem razão Dorotea! Só por curiosidade, a tese que estou fazendo chama-se justamente "domesticação e hierarquia"...

Maria Lucia Montes Maria Concordo com a maioria dos argumentos nesse caso espec√≠fico. Mas me sobra certa d√ļvida quando vejo Jess√© Souza se propor a fazer uma cr√≠tica dos pais fundadores da interpreta√ß√£o do Brasil (Freyre, S√©rgio Buarque, Caio Prado, Faoro) com o argumento - tomado de uma interpreta√ß√£o de "ideologia" de Burdieu, que Gramsci elabora muito melhor, na tradi√ß√£o marxista - de que o capitalismo imp√Ķe √†s elites a mesma vis√£o de mundo, na Alemanha como no Brasil. N√£o h√° hist√≥ria nem cultura nessa vis√£o. Adoro as an√°lises dele quando, com a compet√™ncia de quem dirigiu o IPEA, trata de an√°lises concretas da elite do atraso, os batalhadores, a ral√©. Mas podia ter-nos poupado de uma "cr√≠tica" voltada ao establishment, em especial uspiano, que parece ser um problema dele, segundo alguns cr√≠ticos. Com outros argumentos, nada contra (eu tamb√©m detesto o establishemnt da USP). Como est√° formulada, para mim n√£o d√° e nem para alguns respeit√°veis historiadores que se propuseram a enfrentar a discuss√£o (discuti recentemente Faoro com uma especialista em Hist√≥ria Ib√©rica, que diz que ele n√£o conhecia os estudos mais recentes sobre a pol√≠tica de merc√™s do reino, que mostra como tudo era mais complexo, o que n√£o invalida, por√©m, sua tese central sobre os "donos do poder"). Mas parece que esse tipo de atitude est√° virando "modinha", com desastres para mim evidentes, como no caso da cr√≠tica da literatura de "inven√ß√£o do Nordeste", destinada a demolir os √≠cones do "regionalismo" nordestino, como propagadores de uma vis√£o de domina√ß√£o das elites, que cantam a "for√ßa" do sertanejo apenas na luta contra a "mis√©ria" (nenhuma vis√£o sobre a cr√≠tica que essa literatura faz das elites de poder cabe nessa interpreta√ß√£o!). Em outras palavras, isto me parece uma vis√£o iconoclasta f√°cil (modinha millennial ou de din√Ęmica da internet, tanto faz) que fecha a discuss√£o sobre quest√Ķes s√©rias que deviam ser objeto de um debate necess√°rio. Acho que apenas marginalmente isto se aplica ao caso em discuss√£o aqui. Mas √†s vezes tenho a impress√£o de que a "arrog√Ęncia millennial" que Romulus reivindica com orgulho ao seu modo iconoclasta o faz esquecer que, na pol√≠tica, nem sempre se trata apenas de "ter raz√£o". Parece que ele se esquece de que, para vencer, √© preciso tamb√©m convencer. A quem serve comprar inimigos em todos os fronts?

Dorotea Kremer Motta
Dorotea
 Sobre as pir√Ęmides de hierarquias (express√£o muito adequada), Piero Leirner, fiquei pensando nas fam√≠lias patriarcais cl√°ssicas, em que a autoridade parte do pai, mas √© a m√£e que a exerce em nome dele, que fica mais ou menos livre de atuar com viol√™ncia. Assim as mulheres, mesmo sendo as principais v√≠timas, ficam reproduzindo o machismo, a viol√™ncia dom√©stica, em busca de um pequeno quinh√£o de poder.

André Carone
André Carone
Piero, meu caro: n√£o conhe√ßo o Romulus pessoalmente. Aceitei a solicita√ß√£o que ele me enviou por conta de amigos que t√≠nhamos em comum. Desfiz a amizade apenas porque o Romulus tem o h√°bito de marcar uma quantidade enorme de pessoas em cada postagem que faz. Pessoalmente eu n√£o gosto disso. Quanto a hierarquias e outras quest√Ķes semelhantes, n√£o bem sei o que dizer: fiz a cr√≠tica em meu pr√≥prio nome, n√£o falo aqui por nenhuma institui√ß√£o. Mas acho que o simples fato de aparecerem pessoas que fazem refer√™ncias absurdas √† minha fam√≠lia apenas para defender a "proje√ß√£o do Romulus" mostra que n√£o vale a pena discutir mesmo.

*

Outra coisa: n√£o sou filho do Edgar Carone. Informe-se melhor.

*

Romulus: voc√™ me colocou ao lado do J√Ęnio de Freitas. Cara, muito obrigado. Eu n√£o merecia tanto. Agora, deixa eu te dizer uma coisa: o que voc√™ est√° fazendo √© ass√©dio. N√£o somos amigos virtuais, e voc√™ responde a um coment√°rio de duas linhas com uma agress√£o pessoal a algu√©m que voc√™ n√£o conhece.



Romulus Maya Romulus Maya o Piero Leirner disse:

"(...) enquanto uma certa pir√Ęmide funcionava nos governos petistas, a engrenagem operava. Mas na hora em que a crise chegou e eles n√£o puderam mais criar sub-sistemas de distin√ß√£o, a√≠ a corda arrebentou. Isso, do ponto de vista do feitor, representaria um afastamento do dono da fazenda. O que ele precisa fazer ent√£o? Afastar mais ainda quem est√° abaixo dele, de modo a tentar diminuir a dist√Ęncia relativa em rela√ß√£o ao andar de cima. (...)"

Matou a pau!

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André Caronedefina "agressão pessoal" por favor. "Mala sem alça" me parece muito mais "pessoal" do que qualquer coisa que eu escrevi aqui. Que, afinal, nao foi uma crítica individual mas sim social.

Se o problema era esse (marca√ß√£o no Facebook), bastava marcar a op√ß√£o "n√£o ser mais marcado por essa pessoa". Ou, de maneira mais madura ainda, mandar uma mensagem diretamente para mim, por inbox relatando o inc√īmodo. Isso √© outra diferen√ßa cultural do brasileiro: a incapacidade de dinzer "n√£o". A√≠, no lugar disso, falam um "sim" com que n√£o est√£o realmente confort√°veis. Administram... pessoas e situa√ß√Ķes... em vez de serem diretos e resolverem o problema no nascedouro.

Veja o próprio exemplo que você cita como caricatura: desfaz uma amizade no facebook... porque não quer ser marcado.

Percebe?

Aqui, essa observa√ß√£o n√£o cabe s√≥ a esse exemplo. √Č um tra√ßo da "cordialidade" (??) brasileira que todos dividimos. Mas, morando j√° h√° um tempo fora, realmente perdi um pouco da toler√Ęncia com essa "infantilidade psico-social" nossa.

*

Faz algum sentido isso que falei pra vc, (nossa Professora de Psiquiatria) Dorotea? Desse tra√ßo da "cordialidade" brasileira?

*

Maria - sei perfeitamente que voc√™, assim como o Aroeira, sempre s√£o contra as "brigas" p√ļblicas que compro. Ou√ßo sempre voc√™s. E respeito.

Mas com rela√ß√£o ao seu √ļltimo coment√°rio...

"Mas √†s vezes tenho a impress√£o de que a "arrog√Ęncia millennial" que Romulus reivindica com orgulho ao seu modo iconoclasta o faz esquecer que, na pol√≠tica, nem sempre se trata apenas de "ter raz√£o". Parece que ele se esquece de que, para vencer, √© preciso tamb√©m convencer. A quem serve comprar inimigos em todos os fronts?"


*Piero Leirner* 2 dias atr√°s
Bom, nunca esquecendo que tem aquele "amigo do amigo do ggn", que pode ou não ter alguma coisa prá colocar na mesa, certo? Incluindo aí alguma troca com Eduardo Cunha, e aí se explica o silêncio da blogosfera. Mas claro que não acredito nisso rsrsrs

*Romulus* • 2 dias atr√°s
Sim, tem tb a quest√£o de solidariedade entre pares do "clubinho".

A questão é o preço.

A queimação de filme nas redes é tremenda.

Pessoal "consagrado" da imprensa escrita "convertido" (?) em blogueiro parece que até hoje não entendeu o que é web 2.0.

Furamos não só a bolha de lá como a bolha do lado de "cá" - apesar do embargo dos 2 lados.

Engraçado como críticos da Globo tentam reproduzir, na escala infinitamente menor que lhes compete, o "não dei no meu veículo - e nos 'associados' - então não aconteceu".

Como diz o WC, é "blogosfera" ou "Globosfera"?

Uso do cachimbo entorta a boca?

Anos e anos trabalhando no PIG deixam marcas indeléveis na "praxis"?

PS: subi a sua dica como atualização! valeu!

(...)

*Viviane* • 2 dias atr√°s
O problema é: além de eles não terem entendido que não são mais "os formadores de opinião", os leitores custaram a entender que esses caras não são "de esquerda". Apenas encontraram um "nicho de mercado" diferente do do PIG, mas os métodos continuam os mesmos.

*Romulus* • 2 dias atr√°s
Voc√™ acredita que falaram pra Senadora Katia Abreu que n√£o fizesse entrevista conosco e com eles ao mesmo tempo porque eles "com milh√Ķes de acessos" iriam "dar fama" gratuitamente √† gente?

Pior que não devem prestar lá muita atenção no noticiário político...

Desconheciam o car√°ter da Senadora!

Pois disse ela:

- Vou fazer com eles. Já combinei. Se você participará ou não veja COM ELES.

Obs (1): sobre esses supostos "milh√Ķes", nunca me propus a disputar n√ļmero de clicks. Ainda mais com ve√≠culos massificados que, n√£o raro, apelam para manchetes "click-bait" e tamb√©m para pautas com (falsos!) "de-baits". Tipo identit√°rios radicais "lacrando"/ "pol√™micas" (sic) comportamentais com MBLs da vida, etc.

O p√ļbico do Blog - e tamb√©m do Duplo Expresso - sempre foi o de "formadores de opini√£o" (sic), pessoas com senso cr√≠tico, reflexivas. E n√£o repetidores de manchetes e memes. Evidentemente o n√ļmero das primeiras ser√° sempre menor que o das √ļltimas.

Cada um com o nicho que lhe aprouver!

Obs (2): os tioz√Ķes espertos acham que esse tipo de tentativa de puxada de tapete "em off" (n√£o foi s√≥ uma) vai morrer no pol√≠tico/ assessor que tentam "dissuadir" de falar com a gente!

Ora!

Político - por natureza - adora falar!

E adora intriga ainda por cima! rs

*Viviane* • 2 dias atr√°s
Ba-ba-do! ūüėĪ

Seria engraçadíssimo não fosse... digno de pena!

Pobres coitados, vão "morrer" abraçados a esse modelo de jornalismo do século XX...

*Romulus* • 2 dias atr√°s
WC vai me matar. Ele não quer que eu fale sobre "blogosfera". Mas quando isso se torna parte da pauta, como no caso deste artigo, aí não tem jeito. Chegamos a um meio termo: falo o milagre mas não falo o "santo" - que não é nem o Alckmin nem o Cunha-lava-latrinas. rs

*Viviane* • 2 dias atr√°s
Creio que ele está sendo prudente, algo que só a experiência profissional (e de vida!) ensina.

Ent√£o t√°, vamos ver o que 2018 nos reserva.

Feliz Ano Novo!

*Romulus* • 2 dias atr√°s
Com certeza. Muita coisa n√£o falei. E silenciei sobre esse tipo de coisa muito tempo. Inclusive antes de conhecer o WC.

(inclusive mesmo diante de cobranças episódicas suas rs)

Mas hoje penso... veja o exemplo que mencionei acima, da Kátia Abreu, ou o fato de promoverem um embargo às pautas - relevantíssimas! - que vimos cobrindo.

Os caras J√Ā fazem a sacanagem!

O que se perde "passando recibo" publicamente?

O que ainda n√£o fazem que passar√£o a fazer depois?

√Č profissionalmente "anti-√©tico" abrir o jogo sobre pr√°ticas ANTI-√ČTICAS de "colegas" visando a nos prejudicar?

Como o Brasil é mais importante e eles têm lá os espaços e alcances deles, prefiro fazer online shaming - mesmo que mais "sutil" - a desistir vendo "colegas" fazendo o jogo da direita.

Compreende? 

*Ge4.0* • 3 horas atr√°s
Vc esra fld sério???? Tentaram fazer isso msm???????????

(com a Katia Abreu)

*Romulus* • 2 horas atr√°s
Infelizmente. Por essas (E OUTRAS) que digo que as sacanagens J√Ā estavam sendo feitas. N√£o vai ser eu abrir o jogo que vai gerar retalia√ß√£o. A "retalia√ß√£o" j√° veio antes... "preventiva". Discipulos da doutrina Bush de ataque preventivo.

Estrategicamente, preferi publicizar (em medida BEM atenuada) as desavenças. Que é para que os interlocutores em comum em Brasília saibam que esses que tentam queimar o nosso filme com eles nao sao "desinteressados".

Nao foi por "vaidade" ou "briga de egos" que publiquei o post "Responde-se tentativa de bullying profissional com... indireta defacebook?!"...


21.12.17



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