Publicado 20/1/2018 – 16:49
Atualizado 21/1/2018 – 9:05
Atualizado 21/1/2018 – 9:05

Por Romulus Maya
Sabe qual é o problema de tocar a “flauta mágica” na política?
A ressaca quando acaba a melodia!
Aprendam com “o cara”… ele mesmo: Lula!
Deixem o “bom mocismo” tecnicista do “eu acredito!” – atenção: absolutamente correto! – pro advogado, o competente Cristiano Zanin.
Liderança – política! – tem que manter o moral da tropa. E isso significa evitar que entrem em estado de choque com algo que foge ao controle do lado de cá e que, muito provavelmente, já está dado.
Quanto antes as bases assimilarem que a corrida é de maratona – e não de tiro de 100m rasos! – menor o prejuízo na mobilização com cada “jabzinho” que a gente leva deles.
A vitória não vai ser por nocaute.
Vai ser por pontos.
E lááá no finalzinho…
Talvez!
Liderança – política! – tem que manter o moral da tropa. E isso significa evitar que entrem em estado de choque com algo que foge ao controle do lado de cá e que, muito provavelmente, já está dado.
Quanto antes as bases assimilarem que a corrida é de maratona – e não de tiro de 100m rasos! – menor o prejuízo na mobilização com cada “jabzinho” que a gente leva deles.
A vitória não vai ser por nocaute.
Vai ser por pontos.
E lááá no finalzinho…
Talvez!
Mas… por outro lado…
Podemos gritar pras pessoas se prepararem pro pior, sem pânico, sem que ouçam – apenas! – duas palavras: “pior” e “pânico”?
“Que fazer?”, tio Lênin?
Bem… talvez tentar passar a mensagem (a adequada…) sem ser “no grito”?
Atenção: isso não é ser “derrotista”. Isso é se apropriar de um fato político – que está dado – e resignificá-lo, construindo a nossa “narrativa”: “quem será condenado no dia 24 é o Judiciário brasileiro”. Na sequência, dar as diretrizes para a ação no day after.
A Globo – ajudada por muita gente na “esquerda” (p.e., parte do PSOL; “príncipes” afoitos do PT de olho na herança do “rei” (morto?); Ciro – todos esses junto a seus respectivos apoiadores não muito discretos na blogosfera) decretarão, no dia 25 (atenção: como já fizeram com todas as “balas de prata” anteriores – até aqui frustradas!), que “agora vai”: “Lula é, finalmente, um cadáver político”. Essa será a tal da “narrativa”. Se a base de Lula “comprar” isso, portando-se como a viúva no funeral, aí ferrou!
Pergunta: cachorro velho aprende truque novo?
(Aprende, “Seu” Pavlov?)