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18.8.16

Golpe: fair play inexplicável em um jogo roubado, por Romulus

Golpe: o inexplicável fair play de Dilma, Lula e do PT em um jogo roubado
"É golpe, po!" (Fernando Haddad)
Por Romulus
(Escrito após ler o post “As razões para não tratar o golpe como 'golpe'”, de Luís Nassif, e os comentários dos leitores)
– Metáfora futebolística: Perdeu o jogo? Ora, pense no campeonato! Ser derrotado é do jogo. Mesmo em jogo "roubado". Mas tem que ter garra. Primeiro, não aceitar a derrota até o apito final. Segundo, perder de cabeça em pé, deixando o exemplo – e preservando o respeito da torcida. E sem esquecer: dando entradas duras no adversário. Deixando-o desfalcado pros próximos jogos.
– A partir de determinado ponto, seguir na farsa, apenas desempenhando o papel designado, é um erro injustificável.
– O ponto de não-retorno foi seguir no teatro do "as instituições estão funcionando" depois que já ficara claro que o STF estava dividido entre (a) quem estava no golpe e (b) quem se acomodaria nele sem grandes problemas.
– Os membros do bloco dos acomodados no golpe não farão nada. E tampouco estarão “ultrajados” a ponto de pedir para sair.
– Cortezões... amigos do rei... com holofotes e microfones à disposição. “Rei morto, rei posto”. Em eleição ou em golpe. Dá igual, ora. Vida que segue. Corte que segue. Estado de direito que se vai.
– Já eu digo: se é para cair e para ir para o sacrifício, que ao menos valha de alguma coisa na luta histórica. Que ao menos, num abraço de afogados, se levem junto as demais instituições – que se revelaram apodrecidas – do sistema de 88.

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